Mindfullness

Benefícios da meditação de atenção plena

Muitos artigos científicos em publicações académicas demonstram que o Mindfulness reduz a dor, aumenta o bem-estar mental e físico e ajuda as pessoas a lidar com os problemas e os esforços da vida quotidiana. Eis algumas das principais descobertas:

Ler mais

- A atenção plena pode reduzir drasticamente a dor e a reacção emocional a esta. Ensaios recentes sugerem que níveis médios de “incómodo” da dor podem ser reduzidos em 57 por cento, enquanto meditadores experientes referem reduções que chegam aos 93 por cento.

- Ensaios clínicos demonstram que atenção plena melhora a disposição e a qualidade de vida em condições de dor crónica como a fibromialgia e lombalgias, em distúrbios funcionais crónicos, bem como em doenças desafiantes para a classe médica, incluindo esclerose múltipla e cancro.

- A atenção plena melhora a memória activa, a criatividade, a capacidade de concentração e as velocidades de reacção. Também estimula o vigor e a resistência a nível mental e físico.

- A meditação melhora a inteligência emocional.

- A atenção plena é um poderoso antídoto contra a ansiedade, o stress, a depressão, a exaustão e a irritabilidade. Em resumo, as pessoas que meditam com regularidade são mais felizes e vivem com maior satisfação, sendo menos provável que sofram de mal-estar psicológico.

- A atenção plena é pelo menos tão boa como medicamentos ou acompanhamento psicológico no tratamento de depressões clínicas.

- A atenção plena reduz dependências e comportamentos autodestrutivos. Entre estes inclui-se o uso excessivo de drogas, de medicamentos sujeitos a receita médica e de álcool.

- A meditação contribui para um melhor funcionamento cerebral. Aumenta a massa cinzenta em áreas associadas à autoconsciência, à empatia, ao autodomínio e à atenção. Serena as partes do cérebro que segregam hormonas de stress e reforça as áreas que melhoram a disposição e promovem a aprendizagem. Até reduz o desgaste de certas áreas do cérebro, algo que ocorre naturalmente com o envelhecimento.

- A meditação melhora o sistema imunitário. As pessoas que meditam com frequência são internadas em hospitais com muito menor frequência em situações de doenças cancerosas, cardíacas e doenças infecto-contagiosas.

- A atenção plena pode reduzir o envelhecimento ao nível celular, promovendo a saúde e a resistência cromossomática.

- A meditação e a atenção plena melhoram o controlo do açúcar no sangue em portadores de diabetes do tipo II.

- A meditação melhora a saúde cardíaca e circulatória, reduzindo a pressão arterial e diminuindo o risco de hipertensão. A atenção plena reduz os riscos de desenvolver e morrer de doença cardíaca e diminui a severidade desta quando ocorre.

Mindfulness dissolve a dor e o sofrimento

O Mindfulness ensina-nos que a dor cresce e mingua naturalmente. Aprendemos a observá-la benevolente em vez de ficarmos presos nela e, quando fazemos isso, algo impressionante acontece: começa a dissipar-se por si mesma.

A dor assume duas formas: A primária e a secundária. Cada uma tem causas muito distintas- e compreender isso dá-nos um controlo muito maior do nosso sofrimento.

Ler mais

- A dor primária, tende a surgir da doença, de uma lesão ou dano causado ao corpo ou ao sistema nervoso.

- A dor secundária, sucede-se mas costuma ser bem mais poderosa e perturbadora. A dor secundária pode ser encarada como reacção da mente à dor primária.

A dor e a perturbação que realmente sentimos é uma fusão do sofrimento primário com o secundário. Esta noção é crucial, pois revela um caminho para nos afastarmos do sofrimento.

O controlo de volume da dor

A nossa mente observa a dor como que com uma lupa, à medida que tenta encontrar uma solução para o sofrimento. Esta observação “à lupa” amplia-nos a dor. Enquanto a mente analisa a dor, também nos percorre as memórias, em busca de ocasiões em que tenhamos sofrido de forma similar. Está à procura de um padrão, de alguma pista, que possibilite uma solução.

Ler mais

O problema é que, para quem sofre de dor ou de doença há meses ou anos, a mente terá uma intrincada tapeçaria de memórias dolorosas às quais poderá recorrer- mas com muito poucas soluções. Assim sem darmos por isso a mente pode fiar inundada de memórias perturbadoras. Podemos ficar enredados em ideias acerca do nosso sofrimento. Pode parecer-nos que sempre estivemos doentes e com dores, que nunca encontrámos uma solução, nem nunca encontraremos. Por isso podemos acabar consumidos por ansiedade, stress, preocupações futuras, bem como pela dor física. E pode ser pior, porque o stress e medos afectam o corpo, criando ainda mais tensão e ansiedade. Isto pode agravar doenças e lesões, conduzindo ainda a mais dor. Também abate o sistema imunitário, dificultando a cura. Assim, é demasiado simples vermo-nos aprisionados numa espiral descendente viciosa, que nos leva a um sofrimento maior.

Estas espirais negativas podem começar a deixar-nos marcas na mente, de tal forma que ficamos preparados para sofrer. O nosso cérebro começa a apurar-se para sentir dor mais depressa e com maior intensidade, numa tentativa fútil de tentar evitar o pior. É quase como se o cérebro tivesse ligado o volume no máximo e não soubesse como voltar a baixa-lo.

Na prática, podemos sentir a dor sem termos de sofrer. De fato o Mindfulness devolve-nos o controlo da nossa dor.

Os benefícios da atenção plena para a saúde geral, tanto mental como física, tem sido demonstrados em estudos científicos. Não obstante, talvez ainda se pode encarar a meditação com um certo cepticismo.

Importante dissipar alguns mitos:

- A meditação não é uma religião. É apenas uma forma de treino mental cuja eficácia, no que concerne a ajudar as pessoas a lidar com dor, doença, ansiedade, stress, depressão, irritabilidade e exaustão, tem sido demonstrada por numerosos ensaios clínicos.

- A meditação não irá ludibriá-lo para convencer a ser passivo ou a resignar-se ao seu destino. Pelo contrário, o Mindfulness estimula a resistência mental e física.

- A meditação não o levará a aceitar uma falsa atitude “positiva” em relação à vida. Simplesmente cria uma forma de clareza mental que o ajudará a apreciar a vida e a alcançar os seus objetivos.

- A meditação não requer muito tempo. O programa deste livro ocupa cerca de vinte minutos por dia. Na verdade, muitas pessoas concluem que liberta mais tempo do que aquele que consome, pois passam muito menos tempo a ter que lidar com a dor, doença e stress crónicos.

- A meditação não é nem difícil, nem complicada, embora requeira de facto algum esforço e persistência. Poderá meditar em basicamente qualquer coisa. Também poderá fazê-lo basicamente em qualquer lugar- em autocarros, comboios, aviões ou até no mais azafamado dos escritórios.

Choice of intra-articular injection in treatment of knee osteoarthritis: platelet-rich plasma, hyaluronic acid or ozone options.

PURPOSE:
This study was performed to compare the efficacy of treatment in three groups of patients with knee osteoarthritis (OA) given an intra-articular injection of platelet-rich plasma (PRP), hyaluronic acid (HA) or ozone gas.
Ler mais


METHODS:
A total of 102 patients with mild-moderate and moderate knee OA who presented at the polyclinic with at least a 1-year history of knee pain and VAS score ≥4 were randomly separated into three groups. Group 1 (PRP group) received intra-articular injection of PRP × 2 doses, Group 2 (HA group) received a single dose of HA, and Group 3 (Ozone group) received ozone × four doses. Weight-bearing anteroposterior-lateral and Merchant’s radiographs of both knees were evaluated. WOMAC and VAS scores were applied to all patients on first presentation and at 1, 3, 6 and 12 months.
RESULTS:
At the end of the 1st month after injection, significant improvements were seen in all groups. In the 3rd month, the improvements in WOMAC and VAS scores were similar in Groups 1 and 2, while those in Group 3 were lower (p < 0.001). At the 6th month, while the clinical efficacies of PRP and HA were similar and continued, the clinical effect of ozone had disappeared (p < 0.001). At the end of the 12th month, PRP was determined to be both statistically and clinically superior to HA (p < 0.001).
CONCLUSION:
In the treatment of mild-moderate knee OA, PRP was more successful than HA and ozone injections, as the application alone was sufficient to provide at least 12 months of pain-free daily living activities.
LEVEL OF EVIDENCE:
Therapeutic study, Level I.
Author:
Department of Orthopaedics, Istanbul Kanuni Sultan Suleyman Training and Research Hospital, Atakent Mh., 1. Cd, 34303, Küçükçekmece, Istanbul, Turkey. dr.tahirmutlu@gmail.com.
Department of Orthopaedics, Istanbul Kanuni Sultan Suleyman Training and Research Hospital, Atakent Mh., 1. Cd, 34303, Küçükçekmece, Istanbul, Turkey.
Department of Physical Medicine and Rehabilitation, Istanbul Kanuni Sultan Suleyman Training and Research Hospital, Atakent Mh., 1. Cd, 34303, Küçükçekmece, Istanbul, Turkey.
Department of Orthopedic Surgery and Traumatology, Haydarpaşa Numune Education and Research Hospital, 34668, Üsküdar, Istanbul, Turkey.
Physical Medicine and Rehabilitation Education and Research Hospital, Kocasinan Merkez Mah. Karadeniz Cad.No 48, 34147, Bahcelievler, Istanbul, Turkey.
Texto retirado de: National Center for Biotechnology Information

Platelet-rich plasma injection is more effective than hyaluronic acid in the treatment of knee osteoarthritis.

PURPOSE OF THE STUDY:
There is increasing use of platelet-rich plasma (PRP) in orthopaedics as it is a simple, cheap and minimally invasive technique. This study aimed to compare the effects of the use of PRP and hyaluronic acid (HA) injections in the knee of patients diagnosed with and being followed-up for degenerative arthritis.
Ler mais


MATERIALS AND METHODS:
This prospective study included 90 patients with complaints of knee pain with findings of mild or moderate degenerative arthritis. In the PRP group (n=45), one intra-articular injection was applied and in the HA group (n=45), three doses of intra-articular injection were applied. Clinical evaluation was made by Knee Injury and Osteoarthritis Outcome Score (KOOS) and a visual pain scale.
RESULTS:
No severe adverse events was observed. Statistically significant better results in the KOOS score and visual pain scale was determined in PRP group than HA group at 3 months and 6 months follow up. The cost of the application for the PRP group was lower than that of the HA group.
CONCLUSION:
The results of this study have shown the application of single dose PRP to be a safe, effective and low-cost method for treating OA. However, further studies are required for a more clear result.

Autor:
Department of Orthopaedics and Traumatology, Faculty of Medicine, Ondokuz Mayýs University, Samsun, Turkey.

Texto retirado de: National Center for Biotechnology Information

Intra-articular Autologous Conditioned Plasma Injections Provide Safe and Efficacious Treatment for Knee Osteoarthritis

Background: Platelet-rich plasma (PRP) injections have become an intriguing treatment option for osteoarthritis (OA), particularly OA of the knee. Despite the plethora of PRP-related citations, there is a paucity of high-level evidence that is comparable, cohort specific, dose controlled, injection protocol controlled, and double-blinded.
Ler mais


Purpose: To determine the safety and efficacy of leukocyte-poor PRP autologous conditioned plasma (ACP) for knee OA treatment through a feasibility trial regulated by the US Food and Drug Administration (FDA).
Study Design: Randomized controlled trial; Level of evidence, 1.
Methods: In accordance with FDA protocol, patient selection was based on strict inclusion/exclusion criteria; 114 patients were screened, and 30 were ultimately included in the study. These patients were randomized to receive either ACP (n = 15) or saline placebo (n = 15) for a series of 3 weekly injections. Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) scores served as the primary efficacy outcome measure. Patients were followed for 1 year.
Results: No adverse events were reported for ACP administration. Furthermore, the results demonstrated no statistically significant difference in baseline WOMAC scores between the 2 groups. However, in the ACP group, WOMAC scores at 1 week were significantly decreased compared with baseline scores, and the scores for this group remained significantly lower throughout the study duration. At the study conclusion (12 months), subjects in the ACP group had improved their overall WOMAC scores by 78% from their baseline score, compared with 7% for the placebo group.
Conclusion: ACP is safe and provides quantifiable benefits for pain relief and functional improvement with regard to knee OA. No adverse events were reported for ACP administration. After 1 year, WOMAC scores for the ACP subjects had improved by 78% from their baseline score, whereas scores for the placebo control group had improved by only 7%. Other joints affected with OA may also benefit from this treatment.

Author:
Department of Orthopaedics and Traumatology, Faculty of Medicine, Ondokuz Mayýs University, Samsun, Turkey.

Texto retirado de: National Center for Biotechnology Information

Plasma Rico em Plaquetas – PRP

  O PRP (Plasma Rico em Plaquetas) é um preparado com uma alta concentração de plaquetas num volume de plasma limitado. Contém factores de crescimento e proteínas bioactivas que regulam células diferenciadas, modulando o seu crescimento e actividade,
permitindo a regeneração dos tecidos.

Artigo Médico sobre PRP.

Ler mais

Nesta terapia, o PRP é derivado do sangue do próprio doente, que após colhido, é centrifugado e posteriormente injectado.

Áreas Clínicas:

  • Ortopedia e Dor – Lesões musculo-tendinosas, da cartilagem e dos ligamentos, quadro clínico de artrite, tendinites, quadro pós-operatório, redução da inflamação
    e dor crónica;
  • Medicina Estética – estrias pós-obesidade e pós-parto, rugas, cicatrizes de acne, perda de cabelo, enxerto de gordura e pós-tratamento laser da pele;
  • Cirurgia Plástica – úlceras de pressão, úlceras da perna, queimaduras e cicatrização de feridas.
Recomendações:

  • Várias áreas de aplicação;
  • Capacidade natural do corpo para se auto curar;
  • Alta eficácia (resultados comprovados);
  • Sem risco de transmissão de infecções;
  • Risco muito baixo de reacções alérgicas;
  • Preço acessível comparado com os tratamentos alternativos.
Preparação PRP

 

Aposte na sua saúde Consulte um médico especializado.

Terapia por Campos Electromagnéticos

INTRODUÇÃO E MECANISMO DE ACÇÃO

TCM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A terapia por campos electromagnéticos de baixa frequência (TCMbf) é uma terapia relativamente nova e muito eficaz. Basicamente o seu mecanismo de acção prende-se aos seguintes factores que se desenvolvem na sequência do tratamento de forma directa ou indirecta:

Ler mais

  1. Substâncias diamagnéticas como o oxigénio, iões de hidrogénio, enzimas e radicais livrem que se produzem no organismo, actuando como efeito regulador;
  2. Endorfinas e outros moduladores da dor, actuando como efeito analgésico;
  3. Desencadeamento da permeabilidade da membrana celular com efeito anti-inflamatório e anti-edematoso – bomba de Na;
  4. Estabilização da corrente bio-eléctrica celular, favorecendo as trocas iónicas e assim os processos reparadores dos tecidos, permitindo a aceleração do processo de cicatrização e regeneração da estrutura celular.

 

 

EFEITOS TERAPÊUTICOS

A partir dos resultados obtidos em ensaios clínicos, sabemos que os campos magnéticos pulsantes podem reduzir a sensação de dor quase imediatamente. Isto é, em parte, devido ao aumento parcial da pressão de oxigénio no tecido afectado, pelo aumento da perfusão local e pela velocidade do fluxo sanguíneo capilar, melhorando assim a microcirculação tecidual.

Esta terapia é segura para uso em pacientes com implantes de plástico ou de determinados metais que não originem efeito térmico local. Diversos hospitais usam a TCMbf para acelerar a reabilitação de pacientes com fracturas e estas podem ser tratadas até mesmo através de tala gessada ou ligaduras, porque estes materiais são permeáveis aos campos magnéticos.

Habitualmente os tratamentos têm uma frequência de uma sessão por dia, com duração de 30 minutos, com um total de 15 a 20 sessões e o efeito terapêutico destes tratamentos inicia-se após 6-8 horas.

Os casos de patologias crónicas e resistentes aos tratamentos habituais necessitam de tratamento bi-diário.

Por vezes após 10 sessões o regime de tratamento pode ser reduzido a dias alternados até ao número total de sessões prescritas.

sala_tcm

 

INDICAÇÕES   

A TCMbf tem alta eficiência biológica e é usada no campo médico há largos anos, com êxito, em diversas patologias.

Assim a ampla gama de indicações inclui:

Patologias Ortopédicas: Osteoporose, lesões osteonecróticas e osteoartrose;

Traumatológicas: fracturas, lesões ósseas (não oncológicas), entorses.

Patologias do foro Reumatológico: especialmente aquelas em fase inflamatória activa e com componente dolorosa, como a espondilite anquilosante, artrite reumatóide e outras;

Nota: Existem numerosos estudos acerca da melhoria efectiva na Fibromialgia
Patologias musculo-esqueléticas – as cervicalgias, e as dorso lombalgias mecânicas e as associadas á espondiloartrose;

Lesões desportivas -entorses, distensões ligamentares e mio-tendinosas e rupturas musculares

Patologia Neurológica - lesões neurológicas periféricas, tais como os síndromes canalares, paralisia facial periférica, radiculalgias, neuropatias herpéticas.

 

Nota: há diversos estudos sobre o benefício desta tecnologia na melhoria sintomática em doentes com esclerose múltipla (em placas) Parkinson e na ELA (esclerose lateral amiotrófica)
Feridas abertas e problemas circulatórios – escaras, úlceras varicosas, edemas (não renais e não cardíacos); doença vasculare arterial obstrutiva periférica;

Patologia Psiquiátrica – diversos estudos documentam melhoria sintomática em diversos quadros clínicos de depressão

 

CONTRA-INDICAÇÕES

As contra-indicações para terapia electromagnética são básicamente as seguintes: casos de neoplasia, tuberculose e pacientes portadores de pacemakers ou de desfibrilhadores e mulheres com DIU metálicos

 

 

 

BIBLIOGRAFIA:

 

Allan Binder a, Graham Parr a, Brian Hazleman a, Sylvia Fitton-Jackson,  PULSED ELECTROMAGNETIC FIELD THERAPY OF PERSISTENT ROTATOR CUFF TENDINITIS, The Lancet, Volume 323, Issue 8379, Pages 695 – 698, 31 March 1984

Bassett CA, Pawluk RJ, Pilla AA. Acceleration of Fracture Repair by Electromagnetic Fields. A Surgically Noninvasive Method. Ann N Y Acad Sci 1974;238:242-62.

Bassett, C.A.L. Beneficial Effects of Electromagnetic Fields. J of Cell Biochem 51: 387-393, 1993.

Ieran, M., et al. Effect of Low Frequency Pulsing Electromagnetic Fiedls on Skin Ulcers of Venous Origin in Humans: A Double-Blind Study. J Orthop Res 8(2): 276-282, 1990.

Flemming K, Cullum N. Electromagnetic therapy for the treatment of pressure sores. Cochrane Database Syst Rev 2001; 1.

Glassman LS, McGrath MH, Bassett CA. Effect of external pulsing electromagnetic fields on the healing of soft tissue. Ann Plast Surg 1986; 16:287-295.

Goldman R, Brewley B, Golden M. Electrotherapy reoxygenates inframalleolar ischemic wounds on diabetic patients. Advances in Skin and Wound Care 2002; 15:112-120

Lee, E.W., et al. Pulsed Magnetic and Electromagnetic Fields in Experimental Achilles Tendonitis in the Rat: A Prospective Randomized Study. Arch Phys Med and Rehab 78(4): 399-404, 1997.

Lee RC, Canaday DJ, Doong H. A review of the biophysical basis for the clinical application of electric fields in soft-tissue repair. J Burn Care Rehabil 1993; 14:319-335

MacGinitie, L.A., Gluzbank, Y.A. and Grodzinski, A.J. Electric Field Stimulation can Increase Protein Synthesis in Articular Cartilage Explants. J Orthop Res 12: 151-60, 1994.

Mackenzie, Donald, and Francis D Veninga. “Reversal of delayed union of anterior cervical fusion treated with pulsed electromagnetic field stimulation: case report.” Southern

Markov M, Pilla AA. Electromagnetic stimulation of soft tissues: pulsed radio frequency treatment of postoperative pain and edema. Wounds 1995; 7:143-151.

Markov, Marko S. “Expanding Use of Pulsed Electromagnetic Field Therapies.” Electromagnetic Biology & Medicine 26.3 (2007): 257-274. Academic Search Complete. EBSCO. Web. 10 June 2010

Michael I. Weintraub, and Steven P. Cole, Pulsed magnetic ?eld therapy in refractory carpal tunnel syndrome: Electrodiagnostic parameters – pilot study, Journal of Back and Musculoskeletal Rehabilitation 18 (2005) 79–83 79

K PFEIFFER, Pulsed electromagnetic field therapy in the management of knee OA,  Ann Rheum Dis 2001;60:717 doi:10.1136/ard.60.7.717

Sheffet A, Cytryn AS, Louria DB. Applying electric and electromagnetic energy as adjuvant treatment for pressure ulcers: a critical review. Ostomy Wound Management 2000; 46:28-33, 36-40, 42-24.

Sisken, B.F., et al. Pulsed electromagnetic fiedls stimulate nerve regeneration in vitro and in vivo. Restorative Neurology and Neuroscience 1: 303-309, 1990b.

Simmons, James W, Jr, Vert Mooney, and Ike Thacker. “Pseudarthrosis after lumbar spine fusion: nonoperative salvage with pulsed electromagnetic fields.” American Journal Of Orthopedics (Belle Mead, N.J.) 33.1 (2004): 27-30.

Yen-Patton GP, Patton WF, Beer DM, Jacobson BS. Endothelial cell response to pulsed electromagnetic fields: stimulation of growth rate and angiogenesis in vitro. J Cell Physiol 1988; 134: 37-46.

Vallbonna, C., Hazlewood, C.F. and Jurida, G. Response of Pain to Static Magnetic Fields in Postpolio Patients: A Double-Blind Pilot Study. Arch Phys Med Rehabil 78: 1200-1204, 1997.

Varcaccia-Garofalo, G., et al. Analgesic properties of electromagnetic field therapy in patients with chronic pelvic pain. Clin Exp Obstet Gynecol 22(4): 350-354, 1995.

Viscosuplementação

 O QUE É?

  •  É um tratamento que consiste na infiltraçãode um medicamento, o ácido hialurónico, no interior da articulação.
  •  Utiliza-se principalmente na articulação do joelho e ombro, embora se possa utilizar na anca e tornozelo.
Viscosupplement_injection_with_CE_to_relief_pain4.1.1

Ler mais


PARA QUE SE UTILIZA?

  •  A viscosuplementação, é um dos tratamentos médicos, (não cirúrgico), mais efectivos da artrose do joelho e ombro, capazes de “parar” a lesão evolutiva da doença da cartilagem e tornar o paciente com melhoria da dor, da função e do desempenho global da funcionalidade, em particular entre a 5ª e a 13 ª semana após a administração.

 

QUANTO TEMPO DEMORA A FAZER EFEITO?

  •  O ácido hialurónico injectado fica na articulação horas a dias.
  •  Os seus efeitos começam após cerca de 1 mês e podem durar até 12 meses.

QUAL É A DURAÇÃO DO TRATAMENTO?

  •  O tratamento deve ser realizado 3 a 5 vezes, de acordo com a gravidade da lesão da articulação e com uma frequência semanal.

NAS 48 HORAS APÓS A INJECÇÃO DEVE EVITAR-SE:

  •  Actividade física intensa, prolongada (mais do que uma hora) ou que implique maior carga sobre a articulação (ex: jogging).
  •  Tomar banho em espaços públicos (ex: piscina, hidroginástica).
  •  Expôr o joelho ou ombro ao calor de forma prolongada.

 

 

EFEITOS SECUNDÁRIOS

  •  Os efeitos adversos resultantes do tratamento são locais e pouco frequentes. Os mais comuns são geralmente ligeiros e temporários,, tais como a

- Dor

 

- Sensação de calor

 

- Vemelhidão e

 

- Edema

sendo benéfica a aplicação local de gelo se necessário:

  •  São efeitos adversos menos frequentes:

- Nódoas negras

 

- Prurido

 

- Reacção alérgica (em casos muito raros)

 

Peça a avaliação médica e ecográfica na Clinica de Reabilitação de Carnaxide, aonde esta técnica médica é correntemente utilizada, associada a técnicas de Fisioterapia